Meus queridos leitores, agora que já entrámos ou vamos entrar, na era da televisão digital terrestre, (isto dito assim parece ser uma coisa de outro mundo), é tempo de repensar as vantagens de um verdadeiro apagão. Assim... quem não tem televisão paga, não comprou o dito aparelho, e não pagou uma pipa de massa, por um técnico altamente qualificado, com formação específica nessa área, para executar a tarefa complicada de ligar os cabos, que por acaso até vêem com instruções. Tem agora a vantagem de deixar de ver e ouvir os noticiários, que só falam da crise, do desemprego e de desgraças, todos os dias. Não terá que levar com as análises, contra análises futebolísticas e mais os resumos alargados; com as telenovelas da vida real, nas tardes da Júlia, da Teresa, da Conceição, e outras primas da mesma família; e mais importante que tudo, a programas de televisão disfarçados de entretenimento, que servem apenas para nos deixar mais ignorantes, e que acima de tudo valorizam o que de pior existe na existência humana. O Individualismo e egoísmo social.
Ainda não sei muito bem como vai ser, mas um blogue poderá ser uma transmissão de ideias e pensamentos diários.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Multitasking's
Existem determinadas características, para além da beleza e inteligência que nos é inerente e evidente, que os outros povos nunca perceberam muito bem e que nunca irão conseguir chegar lá.
Não entendem de onde vem o nosso conceito de pontualidade e de distância e porque dizemos que são só 5 minutos de caminho, quando na realidade queremos dizer que são 10, 20, ou mais; porque marcamos encontros de carácter pessoal ou profissional a uma determinada hora, quando na realidade estamos a pensar noutra, pelo menos com meia-hora de diferença. Porque nos munimos de mapas, GPS, e de tecnologias de ponta, mas ainda assim e no último minuto, quando já deveríamos estar no local combinado, ligamos a pedir coordenadas e pontos de referência; porque dizemos que estamos sempre em reunião, apesar de tudo não passar de estratégias para fumar um cigarro, matar as horas mortas e ficar tudo na mesma; porque acreditamos, que nunca temos tempo para fazer nada, quando na realidade o tempo é igual para todos, 24horas por dia, e o que fazemos é apenas aquilo que queremos: pagar as contas, ler os mails, actualizar o blogue, pesquisar ementas para o jantar, conversar nas redes sociais, tratar de assuntos pessoais, de preferência na hora do trabalho... enfim Multitasking's.
Não entendem de onde vem o nosso conceito de pontualidade e de distância e porque dizemos que são só 5 minutos de caminho, quando na realidade queremos dizer que são 10, 20, ou mais; porque marcamos encontros de carácter pessoal ou profissional a uma determinada hora, quando na realidade estamos a pensar noutra, pelo menos com meia-hora de diferença. Porque nos munimos de mapas, GPS, e de tecnologias de ponta, mas ainda assim e no último minuto, quando já deveríamos estar no local combinado, ligamos a pedir coordenadas e pontos de referência; porque dizemos que estamos sempre em reunião, apesar de tudo não passar de estratégias para fumar um cigarro, matar as horas mortas e ficar tudo na mesma; porque acreditamos, que nunca temos tempo para fazer nada, quando na realidade o tempo é igual para todos, 24horas por dia, e o que fazemos é apenas aquilo que queremos: pagar as contas, ler os mails, actualizar o blogue, pesquisar ementas para o jantar, conversar nas redes sociais, tratar de assuntos pessoais, de preferência na hora do trabalho... enfim Multitasking's.
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| Imagem: Internet |
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Hoje apetece-me Portugal
Hoje apetece-me Portugal, apetece-me fazer parte desta gente que foi pioneira, e que é uma referência única a nível Europeu do voluntariado; de gritar ao mundo que fomos nós que inventámos o dinheiro de plástico, com que agora nos tentam comprar; que criámos as primeiras escolas de formação, que temos os melhores Pastéis doces do mundo, um clima e uma situação geográficas únicas, e tantas, mas tantas outras coisas maravilhosas.
Apetece-me gritar que somos excepcionalmente competentes, esforçados e excelentes profissionais em qualquer área, em qualquer parte do mundo, (apesar de sermos os primeiros a denegrir a nossa imagem e a do vizinho do lado), haja vontade, mas mais importante que tudo, haja confiança em acreditar nas nossas competências, e não deixar que nos outros nos baixem as calças e nos deitem no lixo... Porque o que existe, o que temos e principalmente aquilo que somos, é único e imensurável.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
A tempestade geomagnética Madeirense
A terra foi atingida ontem por uma tempestade geomagnética, tudo indica que alguns raios terão caído na Madeira, e terão atingido o Sr. Presidente Alberto João, que contrariamente ao que tem vindo a apregoar, hoje, vai ter mesmo que se contradizer e se render aos ajustamentos e às imposições do "continente", na sequência da dívida e do acordo de assistência de ajuda financeira à Madeira...
Esta é uma oportunidade única para os cientistas estudarem os efeitos, não da tempestade, mas do bom senso temporário da "Ave Rara", Alberto João. Será?
Esta é uma oportunidade única para os cientistas estudarem os efeitos, não da tempestade, mas do bom senso temporário da "Ave Rara", Alberto João. Será?
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Os limites da fé
Independentemente da condição religiosa de cada um, a Igreja como papel importante na sociedade, precisa de saber acompanhar a evolução do mundo e adaptar as suas "regras", à sociedade em geral, se quer que a sua existência continue a fazer realmente sentido. A verdade é que no seio do Clero existem vários exemplos mais ou menos bons, de padres que têm efectivamente um papel positivo junto das pessoas, e que cumprem para além das tarefas de padre, a função de fazer o bem sem olhar a quem, os mesmos que muitas vezes se esquecem, na ânsia de cumprir o seu papel, na emoção de espalhar a fé, que talvez não seja preciso recorrer a extremismos para cativar as pessoas e levá-las a ir à missa ou à igreja, ultrapassando os limites do razoável, até para a alma mais radical.
Vídeo: Youtube. Em Estocolmo, missa com musíca Tecnho para atraír jovens à Igreja.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Catirolas e o mau humor de segunda
Não sei se já vos aconteceu, mas detesto que à segunda-feira os meus colegas de trabalho me perguntem o que fiz no fim-de-semana, na verdade nunca percebi muito bem porquê, não sei se será apenas para meterem conversa, ou se por outro lado, é apenas a curiosidade do ser humano para desenterrar os mistérios da vida alheia, e se possível criticar e dizer mal, compulsivamente pois claro. Na verdade é que desta vez nem me importo de dizer... naturalmente, e ao que parece tal como o resto do mundo, estive na minha actividade de voluntariado, a angariar fundos para o Presidente da República, um Professor Catedrático, que não consegue ter o bom senso, de estar simplesmente calado... racionalmente até sou capaz de compreender as dificuldades do "Chefe de família", porque quando se atinge um patamar económico, leva-se uma vida de encontro a esse padrão, e para manter o nível, tem que se pagar...mas bem que poderia deixar essas questões para o seu foro privado, na cama com a Maria, sem discursar da forma que o fez e como o fez, o resto da população, principalmente aqueles que vivem em grandes dificuldades, não precisam de levar com mais um ataque psicológico. Haja respeito e dignidade.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O milagre
E não é que depois de tanta discussão, tanta polémica, tanta "violência" verbal, em torno das imagens insinuadoras e provocantes em Alvalade. Não é que agora subitamente, nasceram flores, e não me estou a referir a alguns intervenientes do processo futebolístico: aos que jogam, aos que assistem e principalmente aos que cometam e comentam e continuam a comentar o tema, como se não houvesse mais nenhum desporto com interesse no planeta... É caso para dizer que afinal os sportinguistas têm um excelente sentido de humor. Ficou tão fofinho que até arrepia. Mas se analisarmos profundamente a questão, esta mudança foi extremamente inteligente, é que agora, os adversários vão ficar com medo de ganhar, com receio de ferir os sentimentos dos sportinguistas.
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| Imagem: Internet |
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
O desafio
A pedido da amiga da Blogosfera, "A Licenciada Desempregada" aqui fica o inquérito sobre a minha pessoa.
1. Nome da música favorita? Não tenho, depende do dia.
2. Nome da minha sobremesa favorita? Não tenho. Gosto mais de sobremesas salgadas.
3. O que me tira do sério? Gargalhadas, quando não estou zangada, estou a sorrir.
4. Quando estou chateada? Quando não estou alegre.
5. Qual o meu animal de estimação favorito? O gato e o homem, de prefência Gato Homem.
6. Preto ou branco? Branco e Preto
7. Maior medo? De nunca vir a ter medo
8. Atitude quotidiana? Ser aquilo que sou
9. O que é perfeito? A imperfeição
10. Culpa? De não ter culpa.
Sete factos aleatórios sobre mim:
1. Adoro o sol e apanhar sol
2. Não gosto de errar
3. Sou do signo escorpião
4. Adoro andar de bicicleta
5. Gosto do mar e do cheiro a maresia
6. Por vezes gosto mais dos animais que das pessoas
7. Detesto estar parada
Não vou pedir a ninguém para responder... são todos livres para o fazer.
1. Nome da música favorita? Não tenho, depende do dia.
2. Nome da minha sobremesa favorita? Não tenho. Gosto mais de sobremesas salgadas.
3. O que me tira do sério? Gargalhadas, quando não estou zangada, estou a sorrir.
4. Quando estou chateada? Quando não estou alegre.
5. Qual o meu animal de estimação favorito? O gato e o homem, de prefência Gato Homem.
6. Preto ou branco? Branco e Preto
7. Maior medo? De nunca vir a ter medo
8. Atitude quotidiana? Ser aquilo que sou
9. O que é perfeito? A imperfeição
10. Culpa? De não ter culpa.
Sete factos aleatórios sobre mim:
1. Adoro o sol e apanhar sol
2. Não gosto de errar
3. Sou do signo escorpião
4. Adoro andar de bicicleta
5. Gosto do mar e do cheiro a maresia
6. Por vezes gosto mais dos animais que das pessoas
7. Detesto estar parada
Não vou pedir a ninguém para responder... são todos livres para o fazer.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O capital humano
Não. Não me chateia este novo "acordo histórico" que o governo tanto apregoa.
No mundo real, muitos são os trabalhadores que já trabalham aos feriados, que tiram férias se quiserem fazer pontes, muitos são os que preferiam prescindir de subsídios, de indemnizações, em troca de menos idas ao centro de emprego, para uma humilhação quinzenal, ao tribunal do trabalho correr por uns trocos, ou a entrevistas parvas, sem nexo e completamente descontextualizadas, onde o que importa é apenas aquele que com melhores e maiores habilitações, aceitar o salário mais baixo.
O que me aborrece profundamente é saber que muito se fala, que tanto se discute, e que na conclusão, todos se esquecem que os trabalhadores precisam das empresas tanto quanto estas precisam deles. Chateia-me saber aos olhos de quem decide, que o capital humano é cada vez menos, um bem essencial... e conheço tanta gente com tanto potencial.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A explicação
Sobre as escolhas para os Órgão da Edp, tenho a certeza que estas foram feitas, não de acordo com os critérios económico viáveis para um país que pretende diminuir o desemprego e "agarrar" os jovens altamente formados e qualificados, com experiência internacional, e com uma vontade de criar raízes no país no qual cresceram e se formaram; mas favorecendo outros, reformados ricos, cujo historial já todos conhecem, e que independentemente do valor que no mercado laboral realmente valem, foram escolhidos por serem, entre outras coisas, “amigos de alguém. Porque desde cedo somos ensinados a favorecer aqueles de quem somos amigos, seja para receber um brinquedo especial, para beber uns copos à borla, para obter desconto em alguma coisa, para ganhar um concurso de Obras Públicas, ou até mesmo para arranjar um emprego. Por isso é natural que seja complicado para os Governantes deixarem de fazer aquilo em que os portugueses são naturalmente genuínos. Amigalhaços.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Poucas palavras e muita esperança
Pegando nas palavras de hoje da Julie, das Almas Mortas, é possível amar alguém de outra espécie como se fosse dono do nosso sangue, sim é absolutamente possível. Onde um olhar, um carinho, uma brincadeira, substituem qualquer conversa, qualquer palavra, nesse lugar único de amor e de dedicação inigualável e insubstituível.
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