É curioso ver como casos de violação mediática são tratados de maneira diferente pela justiça, e são largamente opinados pelos Chicos Espertos, doutores experientes, com formação em jornais sensacionalistas e revistas cor-de-rosa, com ligações a algumas páginas de economia.
A verdade é que se o caso fosse o do Zé Manel perfurador, que agarrou na Maria Mamalhuda, na pensão estrelinha afinfando-lhe o material de forma violenta na dita cuja… teria outro tipo de atenção que o caso do Strauss-Kahn. Neste, o facto de o acusado ser aquele que vai tapando os buracos mais ou menos abertos pela Europa fora, parece mudar tudo. E nem os antecedentes que apontam para o homem do FMI ter um apetite sexual estranhamente voraz para a idade, que o faz agarrar numa “quente” Afro-Americana de 30 anos, e obrigá-la a ter relações sexuais contra a sua vontade, parece ser relevante. Aqui o que sobressai e o que prevalece é que o "suposto agressor" está claramente a ser vitima de uma cabala desencadeada pelos serviços secretos franceses, leais a Sarcozy.
A única certeza no meio disto tudo é que se tivesse que existir uma letra para a banda sonora do acto, de certeza absoluta que seria esta:

