segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Papel Higiénico

Primeiro vieram as folhas das plantas: Folhas de couve, alface, eucalipto, etc..., Houve em tempos até quem utilizasse pedras redondas para o efeito, ou quem nada usasse. Depois começaram a aparecer as folhas dos jornais... que depressa evoluíram para os guardanapos e destes para o papel de folha dupla, tripla. Perfumado; Com textura suave e macia, de várias cores e tamanhos. Finalmente achou-se que estava na altura de se utilizar papel reciclável, mas agora surgiu uma notícia que diz que o papel higiénico reciclado tem bactérias nocivas para a saúde e que não deve ser utilizado para esse fim.


Sei que parece estúpido perder tempo a escrever algo sobre o papel higiénico, mas a verdade é que este é um dos papéis, que mais importância tem na nossa vida, mas que por ser tão comum e tão banal, facilmente passa despercebido... faz parte das necessidades básicas do ser humano, da sua higiene. E se há lugares do mundo onde este é um bem escasso e de grande valor, ainda assim, existem cidadãos altamente qualificados e integrados na sociedade de países desenvolvidos que não sabem dar-lhe o uso adequado, ou qualquer uso mesmo.


Imagem: Internet

4 comentários:

Julie D´aiglemont disse...

É tudo uma merda, é o que é! (desculpa, não resisti). Beijos.

patrícia disse...

É pah! Desta é que eu na sabia!! Logo eu que costumo comprar aquele da renova (reciclado), na minha inocência era a mesma coisa e estava a ser amiga do ambiente... Ai ai até com o papel higiénico temos de ser rigorosos... **

Tulipa disse...

Nunca tinha pensado na importância do papel higiénico e tens toda a razão :)

Elza Magna disse...

Muito bom, Catarina!

Adorei o histórico. E me lembrei de um episódio de infância, em que numa emergência no campo minha irmã e eu precisamos recorrer a folhas de plantas próximas. Pois escolhemos umas bem aveludadas que, na verdade, nos causaram irritação e coceira inesquecíveis!

Beijinhos

Publicação em destaque

Outono

Incrível!! Ainda ontem o cair da noite banhava lentamente (a passo de caracol) os nenúfares que boiavam no charco verde de águas cálidas, ...