quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Receita de Ano Novo

A Catirolas não desapareceu está em balanço anual.
Aproveito para desejar a todos um ano novo cheio de energia de criatividade, e sobretudo recheado de amigos, dos bons porque são esses que fazem a vida valer a pena e dos maus porque são esses que nos fazem gostar cada vez mais dos bons.
A lagosta dos portugueses oferecida pelo Governo

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Boas festas

O que gosto especialmente do Natal, é saber que existem uns dias em que as  pequenas coisas, as que passam despercebidas o resto do ano são finalmente lembradas. É claro que estou a ser irónica porque para mim, mesmo com as imperfeições e defeitos que me caracterizam, todos os dias são dias para fazer acontecer.
Boas festas.


Música de Natal da Rádio Comercial

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A oração

Caros leitores, nestas duas semanas, estou e estarei um pouco ausente do Blogue, das escritas e das leituras, mas prometo voltar em força no inicio do ano e ler e responder a todos, como habitualmente.

Entretanto vou partilhar um mail que recebi, com humor, sabedoria e com alguns arranjos da Catirolas.

Oração de Natal - Senhor todo-poderoso: Há 2 anos, o Senhor levou o meu cantor favorito Michael Jackson! O meu actor preferido Patrick Swayze! A minha dançarina preferida, Lacraia! Este ano levas-te a Amy Winehouse e mais recentemente a Rainha da Morna Cesária Èvora! Quero lembrar ao Senhor, que os meus políticos preferidos são: Angela Merkel, Nicolas Sarkozy, Cavaco Silva, Pedro Passos Coelho, Paulo Portas, Vítor Gaspar e já agora se ainda tiveres tempo, a minha chefe… "Só espero que ela não leia isto"

sábado, 17 de dezembro de 2011

Trabalho inútil

No meu mundo profissional, por vezes tenho noção de que faço tudo exactamente da forma contrária ao que penso, ao que digo e ao que vou planeando na vida, mas dessa consciencialização nasce a esperança de acertar pelo menos uma vez, não na chave do Euromilhões, embora isso também desse bastante jeito, mas naquela estrelinha que nos faz encher o peito, esticar as pernar, colocar as luvas, o capacete, e saír em busca de novas pedaladas, nesse asfalto, umas vezes de terra batida, outras de alcatrão, por vezes inclinado e em mau estado, mas ilimitado de saber e de conhecimento onde cada dia é sempre um dia diferente.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ai o Natal o Natal...

Ai o Natal o Natal...
O mais interessante desta época, não são os 300 filmes repetidos que dão na televisão, os jantares de Natal das empresas, onde podemos ver os colegas a apanharem uma bebedeira à conta do patrão e transformarem-se pela primeira vez em seres divertidos, ou talvez não. As ondas e Tsunamis de solidariedade que do nada aparecem, e que uma vez findado o mês, ao nada regressam. Da quase obrigatoriedade e imposição do consumismo, nessa azáfama constante de dar qualquer coisa a alguém, mesmo que essa coisa, e esse alguém nada signifique. "Obrigada Troika, bem-haja Governo" por todas essas imposições monetárias, pelo aumento de impostos e por nos orientares a carteira. Pois a partir de agora a malta vai poder esquecer as compras de Natal e vai finalmente DIVERTIR-SE.

Pai Natal Crise. Uma criação da Fábrica de Bordallo Pinheiro


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Os carteiros fotógrafos

Este ano os CTT lançaram uma ideia muito gira. Desafiaram três mil carteiros a fotografarem os locais por onde passam todos os dias a distribuir o correio. O resultado final foi um conjunto de fotografias de um país real, de uma outra perspectiva, que podem ser visitadas na sede dos CTT a partir do dia 17 de Dezembro, ou através de um livro que será publicado brevemente e cujas receitas verterão a favor do projecto.
Mas enquanto alguns funcionários são distraídos pelas artes, o Presidente do Concelho de Administração dos CTT, o nada distraído Estanislau Mata da Costa, que se demitiu no passado mês de Novembro, sem ter terminado o mandato, esteve a receber durante dois anos, dois vencimentos, um de 15 mil euros pelo cargo nos CTT e outro de 23 mil euros correspondente às suas anteriores funções na Pt. Uma outra perspectiva de profissionalismo cuja fotografia apesar de ficar mal nas contas das finanças públicas, faz parte de um álbum cujo os cromos vão aumentando à medida que se abre a caderneta. Deplorável.



Foto: Tirada por um dos carteiros




Foto: O cromo


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O tal licor

Caros leitores, sei que por estes dias vos tenho desapontado, bem sei que não podem passar muito tempo sem a Catirolas, mas prometo que logo logo irei escrever com a regularidade a que já vos habituei.

Anda por aí na rua a nova publicidade ao Licor Beirão. Uma mensagem bem-humorada, semelhante ao que aconteceu com o Futre no ano passado, mas utilizando agora o Nicolas e a Angela como caricatura, que pretende entre outras coisas chamar a atenção Nacional e Internacional para a qualidade dos nossos produtos e do nosso país, neste caso um licor doce genuinamente português.
Realmente é caso para dizer que só com estes dois embriagados é que talvez seja possível chegar a uma solução para o futuro da Europa, e se é para ficarem “com o aço”, ao menos que seja com uma bebida tipicamente Portuguesa, porque nós damos o nosso melhor para não "afogar as mágoas", todos os dias.


Imagem: Internet


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Almoço da família Cecoriana

Muitas vezes perdemos tempo a justificar, aquilo que não fazemos a tempo, por falta de tempo. E quando o temos de sobra, não sabemos o que fazer a tanto e desesperamos à espera que ele passe depressa.
Eu prefiro utilizar o meu em encontros e reencontros de Natal, em qualquer altura do ano, e que comprovam que apesar das dificuldades da vida, apesar do aumento crescente da taxa de natalidade, apesar das barrigas, dos cabelos brancos, e de todo um conjunto de evoluções físicas próprias da idade, a alegria, as piadas, e mais importante, a amizade, a tradição e claro, O FAMOSO SUSPENSE mantêm-se. Ingredientes secretos que estarão certamente também nos deliciosos cozinhados da minha amiga do Bom Garfo e Boa Mesa (http://bomgarfoboamesa.blogspot.com/), mas daqueles que apenas se conseguem degustar com o coração.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O desprezo

Hitler quis em tempos governar o mundo pela força. Agora em épocas mais civilizadas a hegemonia, o desejo pelo poder e a concretização pela especulação económica e politica, trazem à memória traços de uma "raça", autónoma,  perfeita e superior, num estado democrático, Europeu, que se pretende impor pela voz da sua Chanceler numa aliança perfeita com a França, perante um grupo restrito de países fragilizados, que apenas desejam sentir-se presentes.