sábado, 28 de novembro de 2015

Já que ninguém se lembra...(hu)(a)mor faz bem à saúde!

Não, não é nenhuma implicância partidária ou pessoal sobre os partidos de direita ou de esquerda, de ambos, daqueles que não pertencentes a nenhum partido, parecem tomar partido de tudo e de todos e ainda dos outros, que antes de serem partidos, já estão todos escavacados e que passam a vida a partir, a vida dos portugueses. Antes desta embrulhada politica, a única verdade, aquela que não não posso deixar de teorizar, é que: 
António Costa alinhou num governo a três e anda num carro eléctrico azul cueca. 
Muito fofinho!
(pronto ok, não é bem azul cueca... para para lá caminha)
Imagem: Internet

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Violência (in)Vertida

A televisão comanda o ritmo da vida e enquanto a bola percorre os campos de futebol e os olhos se fixam na caixinha cada vez com menos botões, não há fome, frio ou sede!
O mundo pára. Pára o pai, a mãe e o filho, mas não os gritos no sofá que acompanham toda a emoção. 
Durante o tempo que a bola rola, não existem problemas, questões, nada.
Tudo assume uma cor estupidamente estonteante e bela, como se tivessem fumado “umas brocas” inalado uma “brown-shugar”, ou como alternativa mais económica, o garrafão de tinto da taberna da esquina. 
Minutos depois, acaba o jogo na televisão e começa o jogo da vida. 
Aos pulos no sofá o filho grita, instigado pelo ensinamentos do "macho alfa" lá de casa, e o comentador desportivo acompanha essa descoordenação, com as habituais perguntas óbvias e desnecessárias. 
Nos intervalos daquilo que se passa entre a ficção do estádio e a realidade de todos os dias, entre quatro paredes, a mãe, cansada e enfurecida, a precisar de libertar o stress acumulado naquelas horas de pura euforia, porque não dá para partir mais nenhum bem material, desprende toda a sua repulsa e ira no pai, que está ali mesmo ao lado, a um, dois,...  insignificantes sopapos de distância, ao mesmo tempo que lhe grita compulsivamente ao ouvido: Quem é que se esqueceu de fazer o jantar?
Foto: internet

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Eu não faço questão

Confesso que nos últimos tempos tenho pensado e pensado e voltado a pensar numa forma de caracterizar o panorama politico dos últimos dias, especialmente de ontem para hoje,  até porque estou preocupada com o Toni Costa e da forma como ele se vai desenvencilhar como primeiro ministro e conseguir governar nesta nova realidade de esquerda, de um ódio cego que virou amor diplomático, numa espécie de swing em Bloco com a CDU à portuguesa! 
E não é que depois de tanto pensar descobri a fonte de inspiração.
É provável que nos próximos dias apareçam imagens inéditas de António Costa, a caminhar pelos corredores da Assembleia da República, com os headfones nos ouvidos.

Esquece tudo
Vem na vibe
E liberta a tensão
Abre o sorriso
Me abraça
Me dá tua mão
Só vivemos uma vez
Não vivas em vão
O tempo voa do berço até ao caixão
Essas rotinas fazem confusão
Abre a tua mente
Segue o teu coração
Se o que importa é o dinheiro e não a profissão
Diz aí meu irmão
Eu não faço questão
Não, Não, Não. Não

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Embrulhos de Natal

Tem dias… quase todos.

Naqueles dias em que dedico grande parte do meu tempo ao empreendedorismo social, (sim ainda em novembro), não abraçando aquele espírito natalício do “salve-se quem puder, chega para lá que essa prenda é minha”! Nesses dias, (especialmente nesses dias) em que não sou uma cidadã do mundo que condena ataques terroristas, (embora sim os condene), ou uma cidadã de Portugal, que se aborrece com as pérolas da política, (embora sim isso me aborreça). Nesses dias, especialmente nesses sou surpreendida, (ainda sou) por aquelas pessoas que são por si só, aquilo que esperamos delas, o que a pobreza espiritual e a falta de capacidade de estender uma mão, independentemente dos motivos, chama de NATAL antecipado!
E é nesta altura, antes mesmo de desembrulhar a prenda que ainda não foi embrulhada, que lhe devolvo um sorriso e lhe estendo a minha mão, pois todos temos o direito e capacidade de escolher o nosso caminho sem julgar o amanhã... ainda que o amanhã seja hoje e o hoje tenha sido igual ao dia de ontem.   

sábado, 7 de novembro de 2015

Feliz Natal em novembro.

Lá diz o ditado que o  "Natal é quando o homem quiser", mas por estes dias e tendo em conta que estamos no inicio do mês de novembro com 24 graus à sombra, que o frio ainda não chegou, e que a neve e as renas estão muito longe, não entendo por que razão em muitos locais JÁ É NATAL, com decorações, luzes e apelos às compras.
Será porque se gosta tanto desta época consumista? Será porque o povo está cansado do governo do desgoverno, ou do desgoverno que não forma governo, e que precisa dedicar-se a assuntos mais coloridos? Ou porque finalmente se começa agora a assumir que o Natal, é uma virose que faz as pessoas comprarem, na maioria, coisas que não fazem falta, para dar, muitas vezes a pessoas que nada verdadeiramente lhes dizem, porque é bonito, é tradição, e porque por todo o lado, as lavagens cerebrais, diretas e indiretas, nos dizem que é preciso gastar dinheiro, a economia agradece muito e por isso o melhor é começar JÁ?
Claro que todas as possibilidades são possibilidades, mas também nem tudo é assim e existe o lado do amor, do "fazer bem sem olhar a quem", da união familiar, que convém "cultivar", de preferência todos os dias do ano, não vá uma tempestade súbita acabar com a colheita, antes mesmo das sementeiras.
Porque no fim de contas, o Natal até pode ser quando o homem quiser, mas quem manda são as promoções.



Foto: Catirolas, Kikinha a preparar-se para o Natal