quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Na hora em que nada muda


No próximo sábado muda a hora, a chamada hora de inverno, altura em que atrasamos uma hora, ao horário actual. 
O que poucos sabem é que esta é uma ideia que remota a 1916, e que tinha como principal objectivo poupar energia.
O “Daylight Savings Time” (DST), foi pensado para poupar velas em 1784, por Benjamim Franklin, mas só foi implementado em 1916, numa fase inicial por Winston Churchill, protagonista das duas grandes guerras, em nome da poupança de recursos.   
Interrompida durante alguns anos, a ideia voltou a ser recuperada depois da crise do petróleo de 1973 acabando por se transformar em diretiva europeia em 1981.
O que todos sabem, é que e depois da adaptação dos primeiros dias.... nada muda e a vida continua à velocidade com que cada um faz com o tempo que tem, esteja na hora de verão ou de inverno.


terça-feira, 6 de outubro de 2015

E no rescaldo das eleições o vencedor foi?????

E no rescaldo das eleições o vencedor foi?????
TODOS!
Portugal à Frente, porque e apesar de ter perdido a maioria absoluta foi o partido mais votado pelos portugueses.
O Partido Socialista porque, apesar de ter perdido as eleições, aumentou o número de mandatos e de deputados, e porque o Portugal à Frente ficou sem maioria absoluta.
O Bloco de Esquerda porque aumentou o número de votos e passou a ser a terceira força politica.
A Coligação Democrática Unitária porque, e apesar de ter passado de terceira, para quarta força politica, conseguiu mais um deputado, que nas eleições de 2011.
Dos partidos pequenos, o Pessoas Animais e Natureza, porque conseguiu pela primeira vez eleger um deputado para a assembleia da república.
Também a abstenção, porque teve uma percentagem de 43,07, o que representa o valor mais elevado de sempre numas eleições legislativas em Portugal.
Para além de tudo isto, resta dizer que mesmo aqueles partidos que não conseguiram eleger nenhum deputado também ganharam, se considerarmos a lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais, onde por exemplo os partidos liderados por António Marinho e Pinto (PDR) e José Garcia Pereira (PCTP/MRPP) que não conseguiram eleger qualquer deputado nas legislativas, mas por terem conseguido mais de 50 mil votos vão receber uma subvenção anual superior a 170 mil euros cada um durante os quatro anos que dura a legislatura... então quem perdeu?
Resta concluir que os portugueses foram votar para eleger novo governo, mas os partidos estiveram na rua em campanha eleitoral a esfalfarem-se para conseguir votos, muito também para garantir e conseguir o seu próprio posto de trabalho e quem os condena?


Imagem: Internet

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

..e o ÓSCAR vai para...


Depois do assunto ter dominado os últimos dias, as últimas semanas, os últimos meses, e eu arriscaria... até os últimos anos. Eis que o dia está a chegar... O dia em que os portugueses irão exercer o seu direito de voto e dar o ÓSCAR a...
 "Não se deixe enganar"... "Não vá em cantigas"... e blá, blá, blá, ataca aqui ataca ali é o que a mente retém efectivamente da campanha eleitoral, para não falar do desconhecimento quase total dos programas eleitorais (que depois de analisados pormenorizadamente, pouco diferem uns dos outros, talvez num ponto aqui ou ali, ou se o fazem, alguns são tão absurdos que parece estão a vender viagens a marte para "Tugas"). 
Mas não há que ter medo... conforme dizem os analistas, comentadores  e especialistas no assunto, no domingo tudo se sabe. Se as enfadonhas sondagens diárias estão ou não certas, e se os portugueses, talvez um pouco às escuras, dada a enorme lista de candidatos, e o desconhecimento dos mesmos... vão ou não desferir com a caneta a cruz na tão odiada mas tão desejada cadeira do poder e votar no (des)governo certo. 


Nota: Este post é resultado de uma análise exaustiva, árdua e bastante renhida efectuada através de um frenético Zapping por todos os canais de comunicação social.

 
Foto: Internet