quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O papa Francisco foi capa da prestigiada revista "Rolling Stones"

O papa Francisco foi capa da prestigiada revista "Rolling Stones" esta semana.
Destacado como personalidade do ano igualmente pela revista "Time" e pela "Vanity Fair" este é sem dúvida um papa que tem desmistificado aquele estigma, que o papa é uma pessoa inacessível, quase um "Deus", acima dos homens e fiel às "leis da igreja" que vive no seu palácio encantado e protegido, longe dos problemas efectivos e reais da gente comum. Ora os tempos são outros e o papa "Chico", tem demonstrado que todo o ser humano é efectivamente isso um ser humano, independentemente daquilo em que acredita sem ser alvo de qualquer tipo de descriminação e é aí que ele tem marcado a diferença, porque afinal amar as pessoas é tão simples como estar  próximo delas física e espiritualmente falando.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

As cores do tempo e a analogia da Catirolas

Já repararam que nestes últimos tempos até o tempo, meteorológicamente falando, parece ter sido fortemente influenciado e condicionado pelas cores do governo português. 
No verão foram as manchas alaranjadas dos incêndios florestais a colorir o verde de Portugal, agora, em pleno inverno, não há semana que o país não esteja sobre o aviso laranja, seja pela chuva, pelo vento, pelo frio, ou pela agitação marítima. 
Quando será que teremos uma melhoria significativa do tempo que faz e dos tempos que correm? 

Imagem: http://ocaricas.blogspot.pt

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Tempo para ser feliz

Por vezes, estamos tão ocupados com a "vida", que nos esquecemos de ocupar a nossa vida com aquilo que nos faz realmente felizes.
Por falta de tempo, adiamos o re(encontro com os amigos e com a família),  a leitura daquele livro que há meses se encontra a ganhar pó em cima da cabeceira, as brincadeiras com os filhos, enfim... uma série de acções, que são facilmente substituídas por tarefas, muitas vezes rotineiras e das quais não nos conseguimos desligar . E o mais trágico e o mais curioso, é que quando acontece uma desgraça, parece que temos todo o tempo do mundo. É um pouco como diz Edward Derby "Os que não encontram tempo para o exercício, terão que encontrar tempo para a doença"....e nós temos que ter tempo e espaço na nossa vida, todos os dias, para ser felizes.


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Brad Pitt solidário com os portugueses

Na última cerimónia da entrega dos globos de ouro, para além dos prémios e do guarda roupa na passadeira vermelha muito se tem falado do novo penteado de Brad Pitt, que aos 50 anos parece não lhe assentar tão bem como o smoking, apesar dele ter dito que o corte radical não era escolha dele, mas que porque o seu personagem do novo filme "Fury" assim o exigiu.
Ora a Catirolas não é nem pretende ser uma critica de moda. 
Para mim o Brad Pitt, será sempre aquele actor belo que marca uma geração, (a minha geração que obviamente não vou dizer qual é) e que se bem me lembro começou com um pequeno papel no extraordinário filme "Thelma & Louise" de 1991 e que catapultou para a ribalta com o filme "Lendas de Paixão" de 1994. 
Aos 50 anos e no filme "12 anos de escravo", continua muito bem, quanto ao novo penteado... a única coisa que me apraz dizer  é que e independente dos seus argumentos, é que também ele já entrou na era dos cortes.

Brad Pitt no filme Thelma & Louise
Brad Pitt com o novo penteado para o filme "Fury"

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

There's No Place Like Home

Nestes últimos anos muito se tem falado, muito se tem debatido, tudo se tem dito sobre a nova vaga de emigrantes portugueses, que saem do país para procurar novos caminhos. Mas creio que só nos apercebemos da dimensão real do fenómeno, quando subitamente olhamos para a nossa lista de contactos, e nos apercebemos que estamos meio sozinhos, que os nossos amigos, que os nossos familiares e até os nossos vizinhos partiram... Subitamente somos nós que estamos a menos num país que nos quer fazer crer, que estamos a mais. Mudar de vida, mudar de terra, mudar de mundo......but, There's No Place Like Home.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Demasiado profundo para ser sexta


Se com o tempo que faz lá fora, hoje mesmo, não conseguimos um minuto de transpiração. Não desesperem! Pois cada dia que vivemos tem uma potencialidade enorme de inspiração, 24 horas, em que cada hora são 60 minutos de respiração criativa e em que cada minuto são pelo menos muito segundos para fazer qualquer coisa útil... e todo o tempo que resta.... é um espaço aberto para deixar entrar a imaginação. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Crescer nas creches

Uma das realidades que vivemos nos tempos que correm, é ter dinheiro para alimentar a família, mas não ter tempo para degustar o prazer de ser pai. 
Ter tempo nem sempre significa ter disponibilidade física, significa estar disposto a abdicar de muita coisa para se dar amor, carinho e atenção. Não deixar que os filhos de hoje sejam filhos da creche. 
A realidade é que e sobretudo nos centros urbanos, mais de um terço das crianças portuguesas passa mais de 9 horas por dia na creche, sendo que a esmagadora maioria ocupa parte do tempo a ver televisão ou a jogar computador. É esse o preço que se tem que pagar para ter aquele carro, aquela casa, aquele estilo de vida? É essa a educação e os valores que transmitimos, a geração das tecnologias, dos relacionamentos online? Onde o ser e estar distantes é uma realidade demasiado real e dolorosa para se "cultivar".


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Ainda por aqui estou

Uma palavra para os fãs e seguidores:(onde é que eles andam?) Tenho andado ausente neste espaço pois vou fazer algumas alterações por aqui, umas pinturas, uns retoques, enfim... mudar algo para continuar como sempre, mas tal como em quase todas as obras em Portugal, demoram e custam sempre mais do que o previsto . 
Por isso enquanto isso não acontece aqui fica uma reflexão de sexta-feira, que também poderia ser de segunda, ou de quarta ou de domingo.
"Quando não temos nada durante muito tempo, desejamos ter alguma coisa, qualquer uma para preencher o vazio mas quando temos finalmente aquela coisa, parece que não estamos satisfeitos e desejamos ter ainda mais e melhor."