quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Mensagem de Natal

Enquanto a solidão não perdurar mais que um segundo, enquanto a amizade persistir neste longo, por vezes duro, distante e difícil caminho da vida, em dias de sol, de frio ou de chuva, então será sempre Natal. TODOS OS DIAS.
A todos os meus queridos amigos da vida real e da blogosfera desejo um Feliz Natal.
Até breve.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Pedidos de Natal

Antes que o Pólo Norte me entre pela chaminé adentro em substituição do Pai Natal, é melhor começar a rever os pedidos para esta quadra, então temos: um par de peúgas cor-de-rosa, porque gosto da cor, uma dúzia de cuecas com o Bugs Bunny, porque é piroso e giro, algumas camisolas de interior com mensagens eróticas, porque o sexo faz bem à saúde, e uma garrafa de vinho para a última bebedeira do ano, pode ser que sim, ou pode ser que não. Tudo a pensar nos tempos de tanga que se avizinham, e já agora, quase que me ia esquecendo, Pai Natal, manda lá vir também um conjunto de fraldas descartáveis, porque com tantas emoções nunca se sabe o que pode acontecer.


Imagem: Internet









Só em jeito de rodapé, "Qualquer que seja o teu Deus, Bahaísmo; Budismo; Cristianismo, Hinduísmo, Islamismo; Judaísmo e Taoísmo (espero não me ter esquecido de nenhum), ele acha que andas a consumir demais... "

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Crenças

A idade vai passando por nós à medida que o tempo avança e o começo de um novo ano surge rapidamente no calendário. Quem procura a sorte toda a vida, pode ou não encontrá-la, mas mais importante que “ganhar o euromilhões”, é ter presente que a vida não carece de sorte, e sim de determinação, iniciativa, muita vontade e do Pai Natal, pelo menos uma vez por ano. Porque o acto de “acreditar”, é apenas o lápis que irá traçar de uma forma positiva o caminho a percorrer, entre o que começa agora e o que termina, sabe-se lá como e quando, e isso é tudo o que importa.  
Feliz Natal!

Imagem: Báu lá de casa, Kikinha e amiga rena

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O tesouro de Natal

Não vamos falar de polémicas políticas sobre a pobreza de espírito dos intervenientes da imprensa desta semana.

Por vezes em alturas da vida fazemos uma investigação ao interior do coração e apercebemo-nos de momentos, de palavras, e até de pensamentos, que nos levam a questionar tudo e todos e que nos conduzem a uma realidade por vezes pouco feliz.
É quase Natal, mais importante que a religião, que as iguarias, que as prendas, ou que o brilho das luzes, mais importante é sentir, sem palavras mas com muita honestidade a magia da amizade verdadeira, de nós para os outros e dos outros para nós, aquela que é rara, mas que existe e que perdura antes e depois de qualquer Natal.


Foto: Báu lá de casa, prendas da Kikinha escondidas.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Trabalhar ao Domingo

Hoje é Domingo, tempo de fazer uma surfada logo pela manhã, ou no meu caso um passeio de BTT, que hoje até me custou bastante confesso, apesar das aulas de hidroginástica, estou a ficar com o rabinho pesadote, assim me pareceu, apesar dos fãs não se queixarem.
No Domingo sobra também tempo para almoçar com a família de passar a tarde na esplanada com os amigos, um dia simples sem problemas de trânsito, correrias em busca da prenda ideal, a uma semana do Natal, pois não se iludam se for esse o programa que tencionam fazer, é isso que vão ter.
A vida é feita de pequenos momentos cabe a cada um aproveitar ao máximo, à sua maneira o que a vida lhe proporciona, e quanto a isso só tenho uma coisa a dizer. "Carpe Diem"

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Coisas de automóveis

Porque existe sempre uma menina para lá da mulher madura, sexy mesmo que o corpo não tenha as medidas certas; uma pessoa maravilhosa com atributos de amante, esposa, mãe, de líder incógnita das tarefas que não lhe são atribuídas e das que lhe são inatas e que todas executa na perfeição.

Porque sei que existe sempre uma tonalidade de batom capaz de encarnar os lábios antes de um sorriso, ou um gancho no fundo da mala, para salvar o dia dos cabelos despenteados e um perfume que tem a capacidade de tornar um ar poluído numa orgia de essências positivas.

Então porque não deixar desta vez os óculos da tristeza, da insegurança e de todos esses medos no porta-luvas do MERCEDES CLK e guiar o PORSCHE CAYEENE da energia como se houvesse amanhã mas que o amanhã fosse agora.

Bora Lá?!
Imagem: Internet, mas não me importava que esta imagem fosse do báu lá de casa da minha garagem.





quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

No país das Maravilhas

Ontem foi o primeiro debate televisivo com candidatos à presidência da república… não vou analisar os temas nem as ideias apresentadas, deixo isso para os especialistas na matéria, que seguramente não sou eu.
O discurso político é maioritariamente chato, repetitivo, cansativo, e por vezes pouco exequível, algo que nos faz muitas vezes optar por um fim-de-semana no Algarve em dia de eleições, e a democracia é isto mesmo, em parte trata-se da decisão de não participar, mas depois quando voltamos à realidade diária, criticamos destrutivamente, falamos mal, zangamo-nos..., esquecendo-nos que fomos nós que decidimos não dizer o que queremos e que direcção tomar… e isto é apenas um reflexo das atitudes diárias de uma pessoa comum, que nada tem a ver com política, tem sim a ver com a capacidade de pensar que se as coisas não estão bem, no trabalho, na sociedade, na nossa vida, há, com certeza, alguma coisa que podemos fazer para melhorar, a questão que se coloca é: Será que somos capazes de pensar? Ou vamos passar o resto da vida a deixar que os outros o façam por nós?

Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui? Isso depende muito de para onde queres ir - respondeu o gato
Lewis Carrol, Alice no País das Maravilhas

Imagem: Internet

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A declaração

Muitas vezes, em determinados períodos da nossa vida, dizemos coisas que soam a fundamentalismos, pela qual a nossa vida e as nossas convicções se afirmam como se fossem verdades absolutas, como se aquilo em que acreditamos no momento, se tornasse no resto da nossa vida, sabendo à partida que de um momento para o outro tudo muda, ou não fosse a mudança um processo de evolução e de aprendizagem.
Parece confuso eu sei. Mas isto serve apenas para contradizer aquela teoria de que os políticos são mentirosos, que são manipuladores, que contornam as questões aos seus interesses de propaganda, entre outras qualidades inequívocas que a profissão lhes exige.



Foto: Enviada por mail pela Mafalda, DN 16 Set. 2000


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Aula de hidroginástica

As actividades físicas praticadas em piscinas exigem algumas regras, tais como o uso de fato de banho, chinelos e touca. Acho muito bem porque ver os cabelos a flutuar dentro de água não é nada agradável, mas eu ainda iria mais longe... acho que a depilação masculina e feminina deveria ser obrigatória, nada é mais inestético e pouco higiénico de que aqueles tufos a boiarem debaixo dos braços, nos peitos, nas virilhas e noutros lugares que não lembra ao menino Jesus, é uma visão tão aterradora como as incontinências dentro de água, para este problema, o melhor seria colocarem debaixo de água um aparelho de sinalização que apitasse toda a vez que alguém fizesse chi chi fora do lugar, para a malta evacuar a piscina e os técnicos procederem à remoção do líquido e limpeza da piscina.
O que salva a situação, para além dos benefícios físicos evidentes desta prática desportiva, é o belo e talentoso professor que puxa por todos os meus poros e sentidos, lavando-me a alma logo pela manhã.

Imagem: Internet

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dia de festarola

Agora que mais uma semana passou, árdua e complicada, é tempo de lembrar que amanhã será dia de festarola.

Nada é mais agradável que um almoço de comadres, seguida de uma tarde de má língua no clube do tricô encomendado; e para terminar em êxtase, uma noite na companhia de amigos do peito, do rabo, e outras partes mais ou menos eróticas, fumando e bebendo substâncias mais ou menos bestiais.
Bom fim-de-semana.

Imagem: Internet

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A vontade

Nesta altura do ano quando a palavra quase se aproxima a passos largos de qualquer coisa, não posso deixar de sentir uma certa nostalgia e saudade, principalmente da minha avó materna que me fazia o "café das borras" numa cafeteira mascarrada ao lume em cima de um tripé, ao mesmo tempo que amassava a massa com os cotovelos das filhoses para a noite da consoada e me contava histórias de antigamente. Tenho saudades da sua pronúncia beirã e da sua habilidade para dizer uma centena de "caralhadas" numa frase com poucas falas sem parecer mal. 
Memórias eternas, entre outras coisas que guardo comigo para sempre.
Olho em frente com a vontade de uma optimista e faço uma pequena reflexão por aqueles que correm sem saber para onde vão: Não se iludam meus queridos amigos leitores, a essência do amor não está nessa caixinha muito bonita cheia de laços e brihantes que provavelmente irão receber no Natal... está sim na vontade de abrir o coração.

Foto do Baú lá de casa, distorcida, para preservar a identidade da avó Helena.



terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A ajudante

Já é Natal lá em casa.


Foto: Báu lá de casa: Kikinha a colocar a bola na árvore.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Mais ou menos Natal

Gosto do Natal...
...do esforço pelos encontros e reencontros, mais ou menos casuais, de quem mais ou menos gostamos; da vontade de consumir desenfreadamente, mesmo que isso signifique atropelamentos pedonais em centros comerciais, feiras, lojas tradicionais e afins; de luzes reluzentes, mais ou menos brilhantes, de carros furiosos em parques de estacionamento; da luta desigual de quem tem dinheiro e não gasta e de quem não tem e usa os cartões de crédito fingindo que tem. Adoro as reportagens televisivas mais ou menos repetitivas ano após ano; da "Popota", da "Leopoldina", dos descontos ficticiamente fantásticos; das campanhas leve agora e pague depois quando estiver fisicamente falido, apesar de tecnicamente já o estar; das reuniões familiares, que nos juntam aqueles parentes de quem não temos qualquer afinidade, para além de um nome; das trocas de prendas mais ou menos úteis, que vão enchendo as prateleiras lá de casa e pelas quais imploramos um terramoto a cada momento; finalmente, amo a comida maravilhosa que nos faz fazer promessas de emagrecimento, mais ou menos atingíveis para o próximo ano.

Imagem: Internet