terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A declaração

Muitas vezes, em determinados períodos da nossa vida, dizemos coisas que soam a fundamentalismos, pela qual a nossa vida e as nossas convicções se afirmam como se fossem verdades absolutas, como se aquilo em que acreditamos no momento, se tornasse no resto da nossa vida, sabendo à partida que de um momento para o outro tudo muda, ou não fosse a mudança um processo de evolução e de aprendizagem.
Parece confuso eu sei. Mas isto serve apenas para contradizer aquela teoria de que os políticos são mentirosos, que são manipuladores, que contornam as questões aos seus interesses de propaganda, entre outras qualidades inequívocas que a profissão lhes exige.



Foto: Enviada por mail pela Mafalda, DN 16 Set. 2000


5 comentários:

manjedoura disse...

É preferível aproveitar o bom senso e dizar "- o futuro a Deus pertence".

Catarina Reis disse...

É mesmo o futuro não sabemos o que nos espera. Beijos

siceramente disse...

ainda bem que ele mudou de opinião :)

chiclas disse...

Ele devia era tar calado e meter a viola no saco!

Bom post!

Catarina Reis disse...

Pois parece que mudou Siceramente.

Chiclas, estar calado não faz o seu género.

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