quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A azeitona

Por estes dias talvez tenham notado a minha ausência, ou não...mas tenho tido algumas tarefas extra-curriculares, que me têm impedido de "Blogar" com a frequência habitual. Numa dessas ausências pouco notórias, dediquei-me à apanha da azeitona, logo agora que a agricultura amadora está na moda, e que os centros urbanos viraram, assim da noite para o dia, hortas comunitárias, eu, uma rapariga da cidade que migrou para o campo, subi às Oliveiras e ripei as azeitonas num ritual familiar que nos faz reforçar os laços, e que ao mesmo tempo nos permite produzir de uma forma tradicional e genuína, azeite de qualidade suprema para todo o ano... o insólito da questão foi o que subitamente me caiu nos "abraços" que nem uma azeitona fofinha.

Foto: Catirolas na apanha da azeitona.

5 comentários:

Julie D´aiglemont disse...

Aposto que essa azeitona ronrona.

Poison disse...

azeitona fofinha :)
que tudo o que te afastou do blog esteja a correr bem :)
bj ;)

Mim disse...

Por acaso até já tinha dado pela ausência.
Azeitinho do bom, daquele que cai no tacho e perfuma a casa toda.
Eu não tenho terras, mas há mais de dez anos que me traziam azeite do Alto Alentejo, até ao último verão, porque as pessoas reformaram-se e acabou o azeite de Gafete...
Nunca me calhou foi um gato no azeite loool.

Catarina Reis disse...

Sim Julie ronrona.

Poison está tudo bem apenas um pouco de menos tempo.

O azeite é memso bom Mim. Por vezes sentimos falta de alguma tradição boa, o gato no azeite foi um brinde.
Beijos

Estudante disse...

Claro que notamos a tua ausência ^^,! É impressionante como consegues ter sempre umas coisinhas tão fofinhas contigo!

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