quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Em desacordo com o acordo

Apesar de andar preocupada com a horta no quintal, que lá vai dando umas couves para comer às lagartas e de andar atarefada com as teses pessoais que sou "obrigada" a elaborar diariamente por força da ocupação profissional, ainda assim, descobri através da leitura mais atenta de um artigo do jornal "Expresso", que quando em 2015 a transição para o novo acordo ortográfico estiver concluída, terei que voltar a ter aulas de português, porque não saberei mais como escrever, e simultaneamente agendar várias consultas de psiquiatria porque na minha cabeça, vai ser difícil introduzir mudanças tais como: dececionante, autorrádio, comboio e tantas outras.

5 comentários:

Julie D´aiglemont disse...

Quando descobri isso também fiquei estarrecida. Recuso-me a eliminar consoantes mudas. Odeio alterações à língua. São tão conservadora, que por mim "farmácia" deveria escrever-se com "ph", eh!eh!

LM disse...

Era o que mais faltava! Agora mudar-me a língua!

Julio-jagdo disse...

No sé a que cambios te refieres, pero la lengua está viva y siempre hay cambios.

manjedoura disse...

concordo com o teu desacordo sobre o acordo.

Catarina Reis disse...

Pois é Julie é um horror.

Pois mudar a língua também era muito mau e doloroso LM.

O que temos em Portugal, neste momento não é bem essas mudanças próprias de uma língua que está viva, e sim um ajustamento do Português ao Brasileiro, o que torna tudo muito confuso.

Ainda bem que estamos de acordo Manjedoura.

Beijos a todos

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