Não sei se é da falta de chocolate no sangue, ou de um outro adoçante de carne e osso. Não sei, mas confesso que já não suporto ouvir nem mais um discurso do Presidente da República.
Por mim a poupança global poderia começar pelas palavras do próprio, um discurso desnecessário, fora do tempo e que em muito se adequa aquilo que tem sido o seu desempenho, uma nulidade. Já para não falar do descalabro do seu governo, no tempo em que foi primeiro-ministro, e que em muito contribuiu para a actual situação de Portugal, mas já ninguém se lembra, infelizmente as pessoas têm memória curta, demasiadamente ocupada com programas de interesse económico do tipo, Peso Pesado ou a Casa dos Segredos. Afinal a responsabilidade é apenas mais uma palavra que fica bem dizer, quando ninguém tem obrigação de responder pelas consequências dos próprios actos.
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O amor não escolhe, serve. |
5 comentários:
o texto está muito bem conseguido, e dou-te toda a razão!
A imagem é ternurenta, mostra o que é o amor verdadeiro pelo próximo!
beijinho, obrigada pela visita :)
Amén!
Eu não me esqueço. O Cavaco é o avô da crise. Foi com ele que nasceu esta onda de corrupção. Os filhos e netos que deixou, ainda andam por aí, de recurso em recurso, de prescrição em prescrição, porque foram eles que contribuíram para a justiça que temos, feita à medida dos corruptos e sabem bem por onde fugir. Conhecem todos os buracos.
Não passa um dia que não deseje a morte, uma morte bem dolorosa, as estes filhos duma mula.
O Cavaco se olhasse para o passado triste que tem, só abria a "matraca" para comer bolo-rei. ahahahah
Eu detesto o homem. Mas eu sou monárquico e por isso sou suspeito...
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