quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Os foguetes do Albertinho

Por estes dias, nas redes sociais, na blogosfera e na imprensa muito se tem falado dos foguetes do Alberto João Jardim, e o dinheiro que se vai gastar com as luzes de Natal e com a Passagem de Ano, a verdade é que a Madeira vive quase exclusivamente do turismo, e esta festarola, talvez economicamente não seja viável, mas não pode deixar de existir, o que se deveria fazer, era na parte das receitas obtidas do evento, encaminhar esse dinheiro para saldar a divida Madeirense.
De qualquer forma acho que é muito mais grave a proposta que o PSD/Madeira aprovou hoje e que permite que os votos de cada partido presente na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, sejam contados como representando o universo de votos do respectivo grupo parlamentar. Que equivale a dizer que um trabalha e que os outros já podem ir para a borga.
Já repararam se esta ideia contagia o mercado laboral? AH! Espera, acorda Catirolas, isso já acontece. Quantas e quantas vezes um colega de trabalho vai-se embora e surpresa! Não existe substituição, apenas redistribuição de tarefas, porque afinal a polivalência é um termo muito abrangente.

E O GLOBO DE OURO VAI PARA:
Imagem: "Roubada" do Facebook à minha amiga Mónica








10 comentários:

L.O.L. disse...

Nem me digas nada. Actualmente já trabalho por 5 ou 6. Não. Não estou a exagerar. :(

Tulipa disse...

Acontece, sim. bjs

Mim disse...

Comé quié, Catirolas, faz-me um desenho, que eu não percebi. "esta festarola, talvez economicamente não seja viável, mas não pode deixar de existir"???
Então e o subsídio de Natal e de férias, as consultas gratuitas nas urgências, o IVA a 6% no gás e na electricidade e em dezenas de produtos de 1ª necessidade, as carreiras de Metro e de Autocarro, o preço subsidiado do passe social... e todos os outros bens que vão ser cortados, PODEM DEIXAR DE EXISTIR?
Pra mim o que podia deixar de existir era a Madeira. Que o Pico do Areeiro fique 200 metros abaixo do nível do mar, a ver se eu dou um tostão.
O AJJ já fez tantas à descarada, que ia direitinho à forca, sem perder tempo nem gastar dinheiro em fantochadas de julgamentos que nunca conseguem provar nada.
Queira Deus ou o diabo que eu me engane, mas nós havemos de sair do Euro, com uma mão atrás e outra à frente e o AJJ vai continuar a acender charutos com notas de 50€.
Beijinho

Mim disse...

Olha, eu estava para mandar uma boca porque desde que entrei aqui que não se podia parar com cheiro a suor.
Afinal a culpa é do L.O.L. ahahahah
Por 5 ou 6... ahahah

Estudante disse...

A imagem está demais! ahaha! Sim, eu percebo o que queres dizer... mas será que as receitas vão saldar as despesas?... Porque é que todos os orçamentos em Portugal andam sempre na casa dos milhões?... não percebo =\

L.O.L. disse...

Mim: Eu hoje estou de folga e, apesar de tudo, ainda tenho tempo para tomar banho. lololololololololololololololololololol.

manjedoura disse...

bem...parece que os bons exemplos não virão de cima, também aqui na madeira, nem Governo Regional nem Assembleia Regional.

Silenciosamente ouvindo... disse...

Este Alberto João Jardim não tem emenda.
Aquilo é "burro velho".
Bj.
Irene

Catarina Reis disse...

Ainda bem que existe alguém que já reparou no cheiro do L.O.L, AH!AH! e o que é isso de hoje estar de folga, a greve é só amanhã.

Mim, eu não sou a favor dos gastos de dinheiro nas festas de Natal e fim de ano na Madeira, aliás sou totalmente contra, e acho que o AJJ, devia à muito ser DESPEDIDO, e internado num manicónio.... também eu sou afectada pelos cortes de subsídio de Natal e para o ano não vou ver nada, apesar de não trabalhar na função publica, sim acho que cada vez mais caminhamos para o CAOS, e não sei onde isso vai parar. E sim 3 MILHÕES DE EUROS EM ILUMINAÇÕES DE Natal é um escandalo... no meio de tudo estava a tentar encontrar algo positivo numa ilha que está a afundar o continente, mas creio que não consigo, nada o justifica.

O ideal Estudante seria que isso fosse possível, mas creio que é muito complicado.

Manje, quem vem de cima parece que ainda faz pior.

Obrigada a todos. Beijos sem imposto

Luís Coelho disse...

Na minha modesta opinião parece-me que existe desproporção de despesas. Estas podem não dar nos lucros desejáveis e não se conseguir equilibrar o débito/crédito.

Muitos estão em crise e passarão o final do ano em casa procurando multiplicar o quem têm pelos restantes dias do ano.

A restante história da divisão de tarefas parece-me bem. Dividam o trabalho e façam equivalência de salários.

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