Apesar das dificuldades da vida, que por vezes nos deitam abaixo, não nos podemos esquecer, que triste é aquele que olha para o umbigo, quando o descobre finalmente por baixo das camadas de gordura, acumuladas durante horas e horas de televisão compulsiva e verifica, que aquilo que outrora foi um elo de ligação muito forte e bonito, é agora o buraco negro em que se encerra e que de lá não consegue sair... como se viver a realidade do outro fosse o mesmo que viver a própria vida.
Ainda não sei muito bem como vai ser, mas um blogue poderá ser uma transmissão de ideias e pensamentos diários.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
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2 comentários:
Vá lá, ainda consigo ver o umbigo. Até quando é que não sei... eheheh
Pois sorte a tua Julie.
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