Se cada vez que nos cruzamos com alguém, na nossa vida pessoal, social, profissional, ou até ocasional, assumimos de uma forma propositada, ou não, um papel diferente, ainda que com a convicção de que isso não é verdade, e que somos sempre nós mesmo, sem hipocrisias, falsidades, ou criadores de acções politicamente correctas. Genuinamente únicos, então, não existe o Carnaval.
Ainda não sei muito bem como vai ser, mas um blogue poderá ser uma transmissão de ideias e pensamentos diários.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
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