Um mundo que faz a tia Alice de 90 anos, levantar-se cedo para ir ao mercado vender os ovos que as suas galinhas poedeiras, que tem que registar até final do mês de fevereiro, lhe dão. Mulher nortenha habituada ao frio e indiferente aos "mimos" que os partidos trocam na Assembleia da República, enquanto definem em cada palavra traduzida em normas e em regras a sua vida, com um bisturi e uma agulha onde se corta aqui e se remenda acolá. Regras que de uma forma mais consistente nos afectam a todos, na cidade ou na aldeia... e não me venham dizer que não sabem, que não querem saber e que isso não muda nada!
Pode até ser a realidade para muitos, mas a verdade é que vivemos num mundo, indiferentes a ele ou não, onde cada vez mais é preciso pagar para viver... Literalmente.
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Imagem: internet |
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