Não há relações eternas, nem amores perfeitos... a frase até pode já vir em qualquer embalagem de comida pré-cozinhada, oferecida por um conhecido desconhecido, ou um desconhecido, desconhecido... na vida que vai e vem como o verão. E o verão, para além do aroma a sardinha assada, (deliciosas, diga-se de passagem), é propício a isso. A esses encontros mais ou menos escaldantes, a dois, a três, ou a quantos couberem na palma da mão e os pés conseguirem calcorrear pelos grãos de areia das emoções, dependendo do tamanho do coração e da capacidade de se amar. Sentimentos que vagueiam entre apeadeiros do ano e do tempo, perdidamente encontrados, ou encontrados perdidamente, entre um nascer e um pôr do sol, num espaço de tempo, temporariamente espacial, (não confundir com especial) que nunca sabe ao mesmo, mas que sabe mesmo bem, nesse suborno de palavras em que dizer sim, quer apenas significar sim e um não, apenas um não. Dizer que se gosta de alguém é fácil, difícil é convidar esse alguém, que afirma, que jura, que garante gostar de nós, convidá-lo para limpar sanitas e essa pessoa aceitar!
Ainda não sei muito bem como vai ser, mas um blogue poderá ser uma transmissão de ideias e pensamentos diários.
segunda-feira, 26 de junho de 2017
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