Em Melboune, na Austrália o restaurante Hadsome Her, vegan e feminista, cobra uma taxa de mais 18% aos homens em relação ao preço cobrado às mulheres, a razão, justifica a proprietária, tem a ver com a percentagem que as mulheres australianas ganham, a menos que os homens, pelo mesmo trabalho. Em Portugal o Governo, através da comissão para a Cidadania e Igualdade do Género, por recomendação do ministro adjunto recomendou a retirada dos cadernos de actividades de uma editora, por terem exercícios mais fáceis para raparigas do que para rapazes e de seguirem preconceitos discriminatórios. Não sendo a favor da discriminação seja ela qual for, a verdade é que os homens são diferentes das mulheres, existem certos trabalhos, quer sejam físicos, ou mais intelectuais, que as mulheres fazem melhor do que os homens e vice versa, infelizmente e por culpa da sociedade, acentuou-se essas diferenças, usando-as na sua maioria em favor daqueles que por uma razão, essencialmente histórica, começaram por ter um papel mais visível, mais activo, lhes foi dada essa oportunidade. A sociedade, a história, a vida vai mudando, mas ainda assim e agora mais por conveniência do que por outra coisa, por interesses económicos, não houve ainda a tal evolução para o patamar onde todos nascem iguais com os mesmos direitos...eles existem, mas não são mais do que direitos negociados, impostos, oferecidos, vizinhos de uma falsa liberdade.
Ainda não sei muito bem como vai ser, mas um blogue poderá ser uma transmissão de ideias e pensamentos diários.
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