quarta-feira, 28 de abril de 2010

Hoje é assim

Depois de ter tido um choque em cadeira com dois cães raivosos, de ter lido o DN, o JN, o Público, o Expresso… e outros tantos jornais com nomes masculinos, lá enfiei “5 dropes de mentol “ pela goela abaixo e vim para aqui escrever disparates… ou talvez não.

Hoje é assim.
O Cenário para Portugal não está famoso… a bolsa entrou em queda, mas não vamos falar disso pleaseeeeeeeeeeeee.

Arte
Transformada num símbolo da sétima arte, o famoso letreiro de Hollywood corria, até ontem, risco de desaparecer devido a um projecto imobiliário, mas uma doação do fundador da Playboy, no valor de 900 mil dólares (675 mil euros) salvou o ícone do mundo do cinema.
Curiosamente, foi precisamente um projecto imobiliário criado em 1923, com o nome de Hollywoodland, que lhe deu vida. Mais tarde, em 1949, a Câmara de comércio de Hollywood assinou um contrato com a cidade de Los Angels, para restaurar as letras e retirar as 4 últimas, dando assim origem à inscrição conforme a conhecemos hoje e que ficará para sempre no nosso imaginário cinematográfico. Ainda bem que foi salvo.

Arte
Lembram-se do famoso vulcão islandês que bloqueou os céus europeus na semana passada? Pois é, parece que durante esse tempo, a famosa marca suíça Romain Jerone, foi até lá recolher pedras vulcânicas e poeira para fazer mais um dos seus famosos relógios. Esta marca é conhecida pela criação de outros relógios igualmente originais, tais como, relógios feitos de peças do navio Titanic e com poeira Lunar; agora tem mais um para juntar à lista. http://www.romainjerome.ch/
O preço ainda não foi divulgado mas presume-se que seja tão violento como as cinzas expelidas do vulcão.

Arte
Para terminar a ronda noticiosa de hoje, e porque está quase na hora do almoço.
Na eleição habitual promovida pela revista britânica, “Restaurant”, o Restaurante Nona, em Copenhaga, Dinamarca, dirigido por René Redze, foi eleito o melhor do mundo. A escolha é feita por um júri de cerca de 800 pessoas. Um corpo profissional de inspectores visita os restaurante sob o anonimato (tipo cliente mistério). Pagam as suas contas e fazem relatórios de cada visita. No caso da Restaurant, segundo a revista, "não há lista de nomeados; cada membro do painel internacional de votantes faz uma escolha pessoal de cinco restaurantes". Mais: "Podem votar num máximo de dois restaurantes da sua região, os restantes votos são atribuídos fora dela. Ninguém está autorizado a votar no seu próprio restaurante e os votantes devem ter comido nos restaurantes que escolhem nos últimos 18 meses.
E o que se come por lá? Segundo os críticos o chefe do Noma “elabora pratos muito técnicos com uma notória preponderância vegetal, presididos pelo equilíbrio, a pureza e o contraste de texturas”, "Um exemplo da sua cozinha é o bacalhau preto com pétalas de rosa e molho de mel fermentado ou a salada de raízes e rebentos vegetais com tempero de essência de terra. A comida do Noma não é parecida com qualquer outra."
Só não entendo porque é que Portugal, com uma cultura gastronómica tão rica e variada, não consta nos 50 da lista. O concurso foi viciado, só pode! 
O preço médio de refeição é uma obscenidade à nossa carteira, por isso não vou divulgá-lo, deixo penas aqui o site do restaurante se quiserem consultar http://www.noma.dk/
Depois disto fiquei com fome… acho que vou lá fora comer um carapauzinho seco.


 
Fonte das Noticias: Público

2 comentários:

Tulipa disse...

Bom almoço ;) kiss

VATIOCO disse...

Olá. Relativamente ao vulcão dou por mim a pensar duas vezes antes de acender a lareira, não vá alguém interditar o espaço aéreo por cima de minha casa...
As designações dos nossos acepipes não têm lá muita "carga literária", dificilmente ganhamos prémios com nomes como: jaquinzinhos, petingas, carapauzinho,bacalhau à zé do pipo, pipis,miúdos de galinha, rabanadas, tripas, empadão e por aí a fora :) Bjs

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